Crítica | Sonic 2 – O Filme: Continuação do Ouriço Azul Diverte pelos Carismáticos Personagens Não-Humanos

Desde a primeira divulgação do primeiro trailer do primeiro filme de ‘Sonic’ a galera da nostalgia ficou ouriçada (com o perdão do trocadilho) com a adaptação em formato live-action do querido personagem dos games da infância. Entre polêmicas e novidades, o primeiro filme acabou se tornando um enorme sucesso, mais até do que os próprios produtores esperavam. E, por isso, imediatamente a continuação foi confirmada – e, consequentemente, adiada várias vezes por conta da pandemia sem fim. Após dois anos de espera, finalmente ‘Sonic 2 – O Filme’ chega às salas de cinema brasileiras.

Tudo vai bem na vida de Sonic (na voz original de Ben Schwartz, dublado no Brasil por Manolo Rey) e Tom (James Marsden), como se fossem pai e filho adotado. Então, Tom e sua namorada decidem deixar Sonic sozinho em casa por um final de semana, mas é justamente quando a coisa toda desanda e o Robotinik (Jim Carrey) ressurge em cena, trazendo consigo um novo e perigoso personagem: Knuckles (Idris Elba). Assim, o Ouriço Azul se juntará a seu novo amigo, Tails (Colleen O’Shaughnessey), para proteger a Terra.

Recuperando o mesmo tom aventuresco de seu antecessor, ‘Sonic 2 – O Filme’ mantém a nostalgia que segura o entretenimento tanto de novos quanto dos velhos fãs dos jogos da SEGA. Entretanto, se por um lado os personagens não-humanos funcionam perfeitamente, por outro a caracterização dos humanos ficou bastante caricata, destoando em dois ritmos ao ponto de toda vez que a história se volta para os humanos, a animação cai. Ainda assim, a essência é segurada e o filme de Jeff Fowler entrega boa diversão para a família toda, com direito a emocionante cena pós-crédito, que deixa no ar a promessa de uma nova continuação.

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