Crítica | ‘John Wick 3: Parabellum’ – Keanu Reeves De Volta e Com Tudo!

Todos nós sabemos que o queridinho Keanu Reeves ficou tempo demais afastado das telonas, então, rever aquele rostinho ingênuo porém com um quê malvadão trás um alento aos coraçõezinhos cinéfilos. E vê-lo encarnando o papel de John Wick novamente – o justiceiro que começou a saga de vingança após matarem o cãozinho dele – é ao mesmo tempo uma alegria e um deleite.

            O longa de Chad Stahelski já começa com um ritmo intenso, numa prolongada sequência de ação que termina com o protagonista ferido e sendo banido, tornando-se um ex-comunicado. A partir daí, ele passa a ser procurado pelos membros da Cúpula e sua cabeça ganha um valor, porém, John Wick tem outros planos, que incluem viajar até o Marrocos em busca de sua vingança – e, de quebra, conseguir limpar o seu nome.

            Todos nós sabemos que num filme de ação a história acaba ficando em segundo plano, porém, no caso da franquia ‘John Wick’ a história tem coerência e envolve o espectador. Mas, é claro, são as cenas de luta e de perseguição que roubam toda a nossa atenção, com coreografias incríveis dignas dos clássicos filmes japoneses. Sem contar a beleza que é ver Keanu Reeves dançando essa dança com tanta habilidade. De fato, ele nasceu para esses papéis, e ele realmente faz tudo parecer muito fácil.

            Sem nenhuma dúvida a história da franquia está concluída, ao contrário, ‘Parabellum’ – que significa “prepare-se para a guerra” – abre a possibilidade não só para a história de John Wick continuar, como também para ganhar novos capítulos protagonizados por outros personagens. Tomara, porque essa franquia ainda tem fôlego e público!

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